A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (14.5), a Operação Blackout, voltada ao combate às ligações clandestinas de energia elétrica, popularmente conhecidas como “gatos”, na cidade de Cáceres.
A ação foi coordenada Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cáceres e contou com o apoio técnico da concessionária Energisa e da Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec).
Durante a operação, as equipes estiveram em dois estabelecimentos comerciais da cidade, onde foram constatadas ligações clandestinas de energia elétrica.
Em um dos estabelecimentos fiscalizados, um restaurante, o proprietário foi localizado, conduzido à delegacia e autuado em flagrante por furto. No segundo local, uma padaria, apesar de o responsável não ter sido encontrado no momento da fiscalização, a ligação irregular foi imediatamente interrompida, sendo adotadas as medidas legais cabíveis para a responsabilização dos envolvidos.
“A Polícia Judiciária Civil reforça que o furto de energia elétrica é crime previsto no Código Penal, além de representar sérios riscos à segurança da população, podendo ocasionar incêndios, acidentes graves, sobrecarga na rede elétrica e prejuízos econômicos à coletividade”, afirmou o delegado titular da Derf de Cáceres, Fábio Viana Mateus.
As investigações continuam para apurar possíveis outros casos de furto de energia elétrica na cidade.
“A Derf seguirá atuando de forma firme e contínua no combate às práticas ilícitas que afetam os serviços essenciais e comprometem a segurança pública, reafirmando seu compromisso com a legalidade, a ordem pública e a proteção da sociedade mato-grossense”, frisou o delegado.
A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) esclarece que não fará contratação temporária de policiais penais.
Conforme a pasta, foi feita uma consulta preliminar à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão para análise da possibilidade de adoção da medida.
No entanto, a Seplag recomendou a suspensão da análise até que a justiça decida sobre ação movida pelo Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado, que pede a nomeação de classificados no concurso realizado em 2016 e está em tramitação.
A Sejus acatou a orientação da Seplag e determinou a suspensão da análise até manifestação judicial definitiva.
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