Várzea Grande

Operação Céu Azul: Guarda Municipal conduz homem por uso de linha chilena em Várzea Grande

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A Guarda Municipal de Várzea Grande conduziu um homem de 22 anos à Central de Flagrantes na tarde deste sábado (6), após ele ser flagrado utilizando linha cortante, conhecida popularmente como “linha chilena”, na região do bairro Novo Mundo.

As equipes do motopatrulhamento foram acionadas por meio do Centro de Inteligência Municipal de Segurança (153) para averiguar uma denúncia sobre pessoas que estariam soltando pipas com o uso de linha cortante nas imediações do Posto Alex.

Ao chegarem ao local, os guardas municipais constataram a veracidade da denúncia. Um homem foi visto tentando se desfazer das linhas e guardá-las no porta-malas de seu veículo ao perceber a aproximação da equipe.

Durante a abordagem, os agentes realizaram orientações sobre os riscos e perigos causados pelo uso de linhas cortantes, prática considerada ilegal e que coloca em risco a vida de motociclistas, ciclistas, pedestres e demais usuários das vias públicas.

O suspeito colaborou com a ação e reconheceu a irregularidade da conduta. Diante da situação de flagrante, ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Várzea Grande para apresentação à autoridade policial competente e adoção das medidas legais cabíveis.

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A Guarda Municipal informou que o conduzido foi encaminhado sem a necessidade do uso de algemas e com sua integridade física preservada.

O comandante Juliano Lemos reforçou o alerta à população sobre os perigos da utilização de linha chilena e cerol. Segundo ele, a fiscalização e o combate a essa prática continuam sendo realizados em todo o município por meio da Operação Céu Azul.

A participação da população é fundamental para ampliar a efetividade das ações. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 153. O uso desses materiais pode provocar acidentes graves, causar lesões permanentes e até resultar em mortes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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