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Homem que matou jovem com facadas é condenado a 18 anos de prisão em Campinápolis

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Um homem de 32 anos que matou um jovem de 18 anos a facadas foi condenado a 18 anos de prisão, em regime fechado, por homicídio qualificado, por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, pelo Tribunal do Júri da Comarca de Campinápolis (658 km a leste de Cuiabá).

A sessão plenária foi presidida pelo juiz Matheus de Miranda Medeiros, no último dia 27 de agosto. O processo corre em sigilo.

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de julho de 2024, no distrito de São José do Couto, em Campinápolis. Conforme a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), o réu A.M.S., sua namorada, a vítima C.R.M.R., e testemunhas, incluindo filho menor de idade do denunciado, passaram o dia consumindo bebidas alcoólicas à beira de um rio.

Ao entardecer, a festa teria continuado na casa da namorada do réu. Às 00h54, momento em que iria embora do local, após uma discussão com o acusado, o jovem de 18 anos foi surpreendido por A.M.S., que desferiu facadas no tórax e no abdômen da vítima, que veio a óbito após ser levado ao hospital. A discussão teria como motivação ciúmes do acusado em relação à namorada.

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“O réu praticou o delito logo após discussão com a vítima, que, além dos golpes proferidos contra esta, após agonizar e antes de vir ao chão, segundo relatos testemunhais, não apenas fugiu do local sem chamar cuidados médicos devidos, como ainda teria tentado atacar novamente a vítima, denotando ainda mais a intensidade do intento criminoso”, diz trecho da sentença.

Consta ainda nos autos que “o crime foi praticado na presença do filho menor do réu, que visualizou todo o ocorrido, em ambiente altamente insalubre – regado à bebida alcóolica -, expondo-os à forte abalo emocional”.

Durante o Tribunal do Júri, foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa e o próprio acusado, que confessou o crime no dia seguinte, quando se entregou à polícia, acompanhado de advogado.

Ao sentenciar o caso, o juiz Matheus de Miranda destacou que a vida da vítima foi ceifada prematuramente. “A vida ceifada logo após atingir a maioridade é evidentemente mais grave que um crime praticado contra uma pessoa que já teve a oportunidade de se desenvolver, ter seus sonhos realizados e concretizado seus objetivos”, registrou, apontando jurisprudência do TJMT nesse sentido. O crime de homicídio foi qualificado devido ao recurso que dificultou a defesa da vítima. No entanto, também houve atenuação da pena por conta da confissão espontânea do réu.

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Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corregedoria alinha logística com parceiros para 1ª Semana da Documentação Básica da Pessoa Idosa

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Os participantes estão distribuídos em torno de uma mesa em formato de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) realizou nesta segunda-feira (27), reunião de alinhamento com as instituições parcerias que participarão da 1ª edição da Semana da Documentação Básica da Pessoa Idosa. O encontro híbrido, pela plataforma Microsoft Teams e na sala de reuniões da Corregedoria, definiu detalhes operacionais para a mobilização, que ocorrerá de 14 e 18 de setembro em Cuiabá e Várzea Grande.
Instituído pelo Provimento TJMT/CGJ nº 18/2026-GAB-CGJ, a iniciativa promoverá a cidadania documental, a inclusão social e a ampliação do acesso a direitos da pessoa idosa em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas acolhidas em instituições de longa permanência, casas-lares, abrigos e demais serviços de acolhimento.
Durante o encontro, conduzido pela juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, foram definidos os últimos ajustes para a execução da ação, como a definição dos locais de atendimento: Ganha Tempo da Av. Ipiranga, em Cuiabá e o Centro de Convivência Vovó Zeid, em Várzea Grande, a logística de atendimento, o fluxo de cadastramento prévio, a divisão de responsabilidades entre os parceiros e a organização dos serviços que serão disponibilizados durante o mutirão.
“Estamos organizando cada etapa da ação para que os atendimentos ocorram de forma integrada. O cadastramento prévio permitirá identificar a necessidade de cada pessoa idosa antes do mutirão, direcionando os serviços e garantindo mais agilidade e efetividade no atendimento”, pontuou a juíza auxiliar.
Entre os serviços previstos estão a emissão de segundas vias de certidões, regularização de CPF, emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e encaminhamento para benefícios assistenciais e previdenciários.
Participaram da reunião a titular do Cartório de Notas e Registro Civil do Coxipó do Ouro e representante da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de Mato Grosso (Arpen-MT), Larissa Aguida Vilela Pereira de Arruda, além de representantes da Comissão de Atenção à Pessoa Idosa do Poder Judiciário de Mato Grosso, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), das Secretarias Municipais de Assistência Social de Cuiabá e Várzea Grande, Receita Federal.

Autor: Larissa Klein

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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