Várzea Grande

Gestão Flávia Moretti amplia políticas públicas e fortalece protagonismo feminino em Várzea Grande

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Quando o assunto é valorização feminina e fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres, Várzea Grande tem uma série de avanços para destacar. Em um ano e dois meses de gestão, a prefeita Flávia Moretti (PL) tem conduzido iniciativas que ampliam oportunidades, garantem direitos e fortalecem a rede de proteção às várzea-grandenses, razões de sobra para comemorar neste domingo, 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.

Um dos exemplos desse compromisso está na própria estrutura administrativa da prefeitura. Das 20 secretarias municipais, 11 são comandadas por mulheres, sem contar as secretárias adjuntas e coordenadoras, refletindo o incentivo à participação feminina em espaços de decisão e liderança.

Segundo a prefeita, ampliar a presença das mulheres na gestão pública é essencial para construir políticas mais sensíveis e eficazes. “Quando uma mulher ocupa um cargo de liderança, ela representa muitas outras. A presença feminina na política traz sensibilidade, olhar humano e atenção às necessidades reais das famílias. Nossa gestão valoriza essa participação porque acredita que as mulheres são fundamentais na construção de uma cidade mais justa e inclusiva”, afirma Flávia Moretti.

Empreendedorismo e autonomia feminina – Entre as iniciativas voltadas ao fortalecimento da mulher está o Acelera VG Com Elas, programa que estimula o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo feminino. A ação também promoveu mobilizações importantes, como a caminhada contra a violência à mulher na política, reforçando o debate sobre respeito e participação feminina nos espaços públicos.

Outro destaque é a inauguração do “Pacinho das Artes”, espaço localizado em frente à prefeitura destinado à exposição e comercialização de artesanato e produtos culturais. Cerca de 95% das artesãs que utilizam o local são mulheres, muitas delas responsáveis pelo sustento da família. Também a Feira da Família onde a maioria das feirantes são mulheres e da linha de financiamento do Desenvolve MT disponível na Sala do Empreendedor de Várzea Grande exclusivo para mulheres.

“Fortalecer o empreendedorismo feminino é também fortalecer a economia da cidade. Muitas mulheres são chefes de família e precisam de oportunidades para transformar talento em renda”, destaca a prefeita.

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Mais apoio às mães trabalhadoras – A educação infantil também recebeu investimentos importantes durante a gestão. Três Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), as creches foram entregues, ampliando o número de vagas para crianças pequenas. A iniciativa beneficia diretamente mães que precisam trabalhar e contar com um local seguro para deixar seus filhos.

“Investir em creches é garantir tranquilidade para as mães trabalharem e ajudarem no sustento da família. Quando cuidamos das nossas crianças, também estamos cuidando das mulheres”, pontua Flávia.

Saúde da mulher como prioridade – Na área da saúde, a gestão municipal tem ampliado serviços e investimentos que impactam diretamente a vida das mulheres. Um dos principais marcos foi o lançamento da pedra fundamental do Hospital e Maternidade de Várzea Grande, obra estimada em R$ 103 milhões, que deverá ampliar o atendimento às gestantes e às famílias do município. E, o Programa Fila Zero, que ampliou o acesso a exames e cirurgias como laqueadura, mamografia, catarata e bariátrica.

“Não podemos esquecer a Lei Municipal de Prevenção à Fibromialgia, que dá prioridade no atendimento às pacientes Carreta da Saúde da Mulher, campanhas de prevenção e a disponibilização do Implanon para mulheres em situação de vulnerabilidade”, cita a gestora.

Outra iniciativa é o programa “VG Mais Bem-Estar”, que oferece atividades físicas gratuitas em sete polos da cidade, além de praças e parques. O projeto atende principalmente mulheres entre 40 e 80 anos, com aulas de dança, exercícios aeróbicos e atividades voltadas à saúde e qualidade de vida. “A saúde da mulher precisa ser tratada com prioridade. Quando garantimos acesso a atividades físicas, exames e atendimento de qualidade, estamos promovendo bem-estar, autoestima e prevenção”, afirma a prefeita.

Rede de proteção e combate à violência – A gestão também tem intensificado as políticas públicas de proteção às mulheres. Foram promovidas diversas ações de conscientização, oficinas, cursos e atividades voltadas à valorização feminina, além da implantação do selo “Empresa Amiga dos Direitos da Mulher” e melhorias no Serviço de Atendimento Especializado (SAE) e no Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES).

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A Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal também recebeu reforço e tem atuado de forma mais humanizada no atendimento às vítimas de violência doméstica, garantindo resposta rápida às denúncias. “Nenhuma mulher pode viver com medo. Nosso compromisso é fortalecer a rede de proteção, garantir acolhimento às vítimas e combater qualquer forma de violência”, reforça Flávia Moretti.

Sensibilidade feminina na gestão pública – Para a prefeita, governar sendo mulher também significa olhar com atenção para temas que muitas vezes foram negligenciados ao longo dos anos.

“A mulher tem uma sensibilidade natural para cuidar, ouvir e buscar soluções. Essa sensibilidade ajuda a construir políticas públicas mais humanas e eficientes. Governar é cuidar das pessoas e das famílias da nossa cidade”, destaca.
E, ela reforça que o trabalho continua. “Ainda temos muitos desafios, mas estamos construindo uma Várzea Grande onde as mulheres têm mais espaço, mais oportunidades e mais respeito. Esse é um compromisso da nossa gestão”, pontua a chefe do Executivo Municipal

Outras ações da gestão que impactam diretamente as mulheres

• Retomada da obra do Centro Especializado em Reabilitação (CER II) com investimento superior a R$ 4,7 milhões
• Atendimento social em quatro unidades do CRAS, com programas sociais, cursos e apoio às vítimas de violência
• Realização da 5ª Conferência Municipal de Políticas para Mulheres
• Criação da Secretaria Adjunta da Mulher, Direitos Humanos, Inclusão e Cidadania
• Eleição de representantes da sociedade civil para o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (2026–2028)
• Cursos de qualificação para mulheres do campo, como produção de embutidos, doces e derivados de leite
• Entrega de 681 habilitações do programa Ser Família, priorizando mulheres chefes de família
• Pesquisa municipal para mapear pessoas com deficiência e neurodivergência, auxiliando mães e famílias

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

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Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

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Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

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MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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