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Advogados podem responder pesquisa nacional sobre a percepção do Poder Judiciário

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Advogar é estar em contato direto com o funcionamento do Judiciário, conhecer seus fluxos, seus avanços e também os desafios que impactam o dia a dia da profissão. Por isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também está ouvindo quem atua com a prática forense: as advogadas e os advogados de todo o país.

Aberta até 14 de novembro, a 2ª edição da Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro busca reunir opiniões sobre a qualidade dos serviços prestados pela Justiça e a efetividade dos seus sistemas. O questionário leva poucos minutos para ser respondido e é totalmente anônimo e confidencial.

Na primeira edição, mais de 11 mil pessoas participaram e contribuíram para melhorias concretas, como o aprimoramento de plataformas eletrônicas e da comunicação entre os tribunais e seus públicos.

Nesta nova pesquisa, foram incluídas perguntas inéditas sobre ferramentas recentes, como a consulta unificada de processos via Jus.Br, além de espaços para comentários livres, oportunidade para compartilhar ideias e percepções sobre o que pode ser aperfeiçoado.

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Participe e faça parte das transformações da Justiça brasileira. Sua experiência profissional é essencial para o fortalecimento do sistema.

A pesquisa está disponível até 14 de novembro. Clique neste link e participe.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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