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MPMT conclui novo ciclo de expansão de projeto e apresenta resultados

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) concluiu o 2º ciclo de avaliação de desempenho do projeto estratégico institucional Gestão por Competências. Os resultados foram apresentados em reunião virtual, com a participação de representantes dos setores envolvidos no ciclo: Diretoria Geral, Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Departamento de Gestão de Pessoas (DGP) e Departamento de Atendimento e Expediente (Daexp).Conforme o consultor da Leme, Vitor Barbalho, os dados revelam avanços significativos na avaliação das competências comportamentais, técnicas e de responsabilidades. As análises servirão de base para ações de desenvolvimento e para a elaboração de novos ciclos. “O diagnóstico aponta áreas de excelência e oportunidades de melhoria, permitindo que o MPMT alinhe suas práticas de gestão às demandas institucionais”, ressaltou.Este ciclo contou com 87 participantes no processo avaliativo, entre servidores e gestores, que totalizou 24 dias de coleta. A adesão foi expressiva, atingindo 97,03% nas perspectivas Comportamental, Técnica e de Responsabilidades. Durante o ciclo, foram mapeadas nove competências comportamentais, 33 indicadores comportamentais, 125 indicadores de responsabilidades e cinco dimensões de gestão. Como resultado, foram elaborados 90 Planos de Desenvolvimento Individual (PDIs), beneficiando 71 pessoas, e todos os setores participantes construíram suas metas.A subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, ressaltou que o projeto Gestão por Competências está alinhado ao Planejamento Estratégico Institucional (PEI) e representa um passo importante para fortalecer a atuação do Ministério Público. “Com esse trabalho técnico e profissional, temos todas as condições de avançar com solidez e entregar resultados significativos. Acredito que viveremos uma nova fase no Ministério Público, marcada por monitoramento, avaliação e direcionamento constantes, com base científica e integração entre projetos estratégicos”, destacou.Anne Karine destacou que um dos pontos que mais lhe trouxe alegria foi perceber a interseção entre o projeto atual e outra iniciativa estratégica voltada à melhoria da governança institucional. Segundo ela, essa integração permitirá que ambos os projetos se complementem, criando uma nova realidade para o Ministério Público, com práticas mais modernas e eficientes.A gerente de Desenvolvimento do DGP, Josyane Lima de Cerqueira, reforçou a importância do engajamento das áreas participantes. “O envolvimento das chefias e das equipes foi fundamental para o sucesso desta etapa. Agora, seguimos com o compromisso de ampliar o projeto para outras áreas no próximo ciclo”, avaliou. Com a finalização deste ciclo, o MPMT se prepara para expandir a gestão por competências para novas áreas em 2026, consolidando a iniciativa como um pilar estratégico para a modernização da gestão de pessoas e a melhoria contínua dos serviços prestados à sociedade.A reunião foi realizada no dia 10 de novembro.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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PM acusado de matar esposa em Cuiabá vai a júri popular

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A Justiça de Mato Grosso decidiu levar a julgamento pelo Tribunal do Júri o policial militar Ricker Maximiano de Moraes, acusado de matar a esposa, G.D.S., em maio de 2025, em Cuiabá. Na sentença de pronúncia, o Juízo da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher considerou haver provas da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria para que o réu seja submetido ao julgamento pelos jurados. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da 15ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá – Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, sob responsabilidade da promotora de Justiça Claire Vogel Dutra. O MPMT imputou ao acusado a prática do crime de feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, com causas de aumento de pena e circunstância qualificadora que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia, no dia 25 de maio de 2025, por volta das 16h40, o acusado efetuou disparos de arma de fogo contra a esposa dentro da residência do casal, localizada no Bairro Praeiro, em Cuiabá. A vítima morreu em decorrência dos ferimentos causados pelos tiros. Conforme a acusação, o crime foi cometido na presença dos filhos do casal, então com três e cinco anos de idade.Na decisão, destacou-se que a materialidade do crime está comprovada por laudos periciais, entre eles o exame de necropsia, que apontou que a vítima morreu em decorrência de choque hemorrágico provocado por disparos de arma de fogo que atingiram órgãos vitais. O laudo de confronto balístico também confirmou que os projéteis encontrados foram disparados pela pistola funcional acautelada ao acusado. Durante a instrução processual, testemunhas relataram que o acusado deixou o local após os disparos levando os filhos para a casa dos avós paternos. Em juízo, o próprio réu admitiu ter efetuado os disparos contra a esposa, alegando que passava por forte perturbação emocional e problemas psiquiátricos. A defesa buscou a absolvição sumária sob o argumento de inimputabilidade por doença mental. No entanto, um laudo psiquiátrico concluiu que o acusado apresentava Transtorno Psicótico Não Especificado (CID-10 F29) e possuía capacidade de entendimento parcialmente preservada, sendo enquadrado na condição de semi-imputável. Diante disso, a Justiça afastou o pedido de absolvição sumária, entendendo que a questão deverá ser apreciada pelo Tribunal do Júri.Ao pronunciar o réu, a Justiça manteve todas as circunstâncias descritas na denúncia do Ministério Público, incluindo o feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, a condição de a vítima ser mãe de crianças, a suposta prática do crime na presença dos descendentes e o emprego de recurso que teria dificultado ou impossibilitado a defesa da vítima. Também foi mantida a prisão preventiva do acusado, que está preso desde a conversão do flagrante em prisão preventiva, ocorrida logo após o crime. Com a pronúncia, o processo seguirá para a fase de preparação do julgamento pelo Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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