MATO GROSSO

Projeto do novo Hospital Central foi 100% elaborado por servidores da Secretaria de Saúde de MT

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O projeto do novo Hospital Central, em Cuiabá, proposto em 2019 pela atual gestão do Governo de Mato Grosso, foi 100% elaborado pela equipe de servidores do setor de obras da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A estrutura antiga, que ficou abandonada por 34 anos, tinha 9 mil m² e foi ampliada em 23 mil m², totalizando 32 mil m² de área construída.

A obra está 92% executada e já entrou na fase de acabamento, considerada como a reta final. O investimento estimado para a execução da obra é de R$ 184,5 milhões.

“Essa é uma prova de que os nossos servidores têm aplicado cada vez mais o princípio da eficiência. Um hospital dessa magnitude e qualidade foi 100% projetado pela nossa equipe da Saúde, e será o melhor de Mato Grosso. Parabéns aos nossos competentes servidores”, afirmou o governador Mauro Mendes.

A equipe de obras que atua no Hospital Central é composta por 15 profissionais da Superintendência de Obras da SES. São três engenheiros civis, três engenheiros eletricistas, dois engenheiros sanitaristas e ambientais, um engenheiro mecânico e cinco arquitetos.

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“O time de obras da SES merece o reconhecimento pelo brilhante trabalho que desenvolve não apenas no Hospital Central, mas em todas as unidades que passam ou passaram por intervenção física. O Hospital Central é um sonho que saiu do papel graças à competência e dedicação desses valorosos profissionais”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Para a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, o avanço da obra é resultado de uma força-tarefa que envolve todas as áreas da Superintendência de Obras. A equipe também conta com a consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein.

“Tenho muito orgulho de cada profissional que compõe esse time, porque sei o tamanho do esforço dado a este grandioso projeto. O Hospital Central será uma unidade de referência em alta complexidade e terá o que há de mais moderno na área da infraestrutura em saúde”, acrescentou.

O Hospital Central terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria. Além disso, a unidade vai dispor de um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

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Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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