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Operações Lei Seca em Rondonópolis fiscalizam 67 veículos e registram uma prisão por embriaguez ao volante

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Nas duas primeiras edições da Operação Lei Seca 2026, deflagradas nos dias 24 e 25 de fevereiro em Rondonópolis, 67 veículos foram abordados e um motorista foi preso por dirigir sob efeito de álcool.

No primeiro dia, a fiscalização ocorreu na Avenida dos Estudantes, no bairro Jardim Mato Grosso. Durante a operação, 10 veículos foram abordados, cinco autos de infração foram aplicados e um carro foi removido para o pátio

Já na segunda edição, na Rua Lions Internacional, no bairro Vila Aurora, 57 veículos foram abordados e 57 testes de alcoolemia aplicados. A ação resultou na prisão de um condutor por embriaguez ao volante e na aplicação de 46 autos de infração.

Foram expedidos 51 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo três por consumo de bebida alcoólica, 11 por recusar-se a realizar o teste de alcoolemia, 10 sem possuir CNH e 15 por irregularidades na documentação do veículo.

As operações foram coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI/SESP) e contaram com a participação da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Polícia Judiciária Civil (PJC), Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Polícia Penal e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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