O Governo de Mato Grosso destinou 4 mil luminárias de LED à Prefeitura de Cuiabá, que iniciou, nesta segunda-feira (11.5), a instalação na região do bairro CPA 2, por meio do programa MT Iluminado.
O governador Otaviano Pivetta destacou que a ação vai reforçar a segurança e reduzir os custos para o município.
“Serão 4 mil luminárias só aqui no CPA, que representam mais segurança para os moradores da região. Além disso, o gasto com energia da iluminação pública deve diminuir cerca de R$ 1 milhão por ano para o município”, disse o governador.
“O Governo do Estado idealizou o MT Iluminado e disponibilizou as luminárias para todas as cidades de Mato Grosso. A proposta é substituir as lâmpadas antigas por um sistema moderno, econômico e mais eficiente”, completou ele.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou que mais de 12 mil luminárias já foram substituídas na Capital.
“Em parceria com o governo, já trocamos 12 mil luminárias e ainda precisamos substituir cerca de 80 mil. Cuiabá era o único município que ainda não tinha iniciado o programa. Essas luminárias estavam paradas e agora estamos fazendo a cidade toda. Aqui no CPA serão mais 4 mil luminárias LED, com menos gasto de energia, menos manutenção e mais tecnologia”, disse.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (12.5), a Operação Shootout, para cumprir mandados judiciais contra membros de uma facção criminosa responsáveis pelo homicídio qualificado de Ronaldo Pereira Molina. A vítima, de 31 anos, foi executada na madrugada de 13 de abril, em sua residência no bairro Loteamento Cidade Verde, em Comodoro.
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em endereços localizados nos municípios de Comodoro e Pontes e Lacerda, incluindo um imóvel rural apontado pelas investigações como base logística da facção criminosa, utilizado para armazenamento de armas, munições e como ponto de apoio para a prática de crimes graves. Foram apreendidas porções de drogas ilícitas e aparelhos celulares.
As investigações apontaram o envolvimento de dois homens no homicídio de Ronaldo. O primeiro foi identificado como executor do crime, e o segundo, como mandante e liderança da facção criminosa local. Ambos não foram localizados durante a deflagração da operação nesta terça-feira (12.5) e são considerados foragidos.
A operação investigou um homicídio perpetrado com requintes de frieza e planejamento. A vítima foi atingida por quatro disparos de arma de fogo calibre 9 mm, efetuados do exterior de sua residência, por meio da janela do quarto. Ronaldo dormia no momento da execução.
Após os disparos, o executor entrou no imóvel para confirmar o óbito, subtraiu o celular da vítima e fugiu pelos fundos do terreno, passando por uma construção abandonada.
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Comodoro, identificaram que o crime foi encomendado por um integrante de uma facção criminosa em razão de uma suposta traição: a vítima teria repassado munições ao grupo criminoso rival, conduta sentenciada com a morte pela facção. A ação envolveu planejamento prévio, divisão de tarefas e estrutura logística típica do crime organizado.
A materialidade do crime foi comprovada por imagens de câmeras de segurança, que registraram os disparos, vestígios balísticos coletados no local e depoimentos de testemunhas.
“A Operação Shootout representa mais um passo das investigações, que buscam elucidar os homicídios ocorridos na região. A Delegacia de Comodoro trabalha para localizar e prender os foragidos, identificar demais integrantes da facção criminosa, bem como possíveis conexões com outros crimes praticados pela mesma facção na região, com modus operandi semelhante”, afirmou o delegado Mateus Reiners.
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